“I’d care if you died.”
Teen Wolf AU: When Derek returns half-dead once again, Stiles thinks it’s about time someone told him he is the only one who doesn’t see how much he means to other people.
(via darkjan)
Anonymous Brasil - As 5 causas! (by Mario Lopes)
In a world where the war has ended with all secrets kept by the supernatural, the few with magical abilities are hunted down by humans and wolves alike. Lydia and Stiles have managed to escape until now, but when the Argent and Hale clans unite to get them, will they have a chance?
TeenWolf!AU
IT’S SO CUTE IM REBLOGGING TWICE
#JOHN. John?! Phone Lestrade, tell him we’ve found an escaped tin of crayfish.
To anyone who’s reading this.
I’m a brazilian teenager and I really want to communicate to everybody what’s happening in my country right now: Youth has rebelled.
Everything started when the bus ticket fares have increased from R$ 2,75 to R$ 2,95 (But is being planned an increase to R$3,20). After the increase, protests started , specially in São Paulo then spread to Rio de Janeiro, Brasília ( the federal capital and seat of government) and the tendency is to protests spread to more states.
But why are we protesting over 20 cents? It’s not about 20 cents… the reason is more deep. People are sick and tired with the goverment neglect! The goverment is hidding, “applying make up” on Brazil’s true problems. While loads of money (our money) are being spent with overpriced public works (because of the World Cup and the Olympic Games) education is bad, the public hospitals are inefficient, politicians are corrupt, legislation is flawed (some who commit crimes aren’t punished,specially the rich politicians), violence is getting worse, the taxes are high, life cost is expensive and infrastructure is not good. In summary, our money is being spent without results.
Everything seems like a bad joke. The year of 2013 is being emblematic.This is the year when we’ve watched violence increase, people being burnt alive, women being raped inside the bus, people killed because of a cellphone , the new president of the human rights committee (Marcos Feliciano,wich is homophobic and expresses his anti human rights opinions widely) showing up and absurd law projects coming up ( like the ” Nascituro”).
Now we are shouting what we haven’t for many years, we’ve let problems grow too much. It’s time to be heard and how the police and media treats us? Like criminals! It’s true there were vandalism during protests but the vandals are minority! Many times peaceful protesters were beaten , treated with violence.
State governments are using and abusing the most violent police actions to suppress the demonstrations. The police are treating protesters as criminals, attacking, arresting. Many are “hunted” after the demonstrations. They’re trying to criminalize people’s right to speak!
We are Brazilians. These protesters are also fighting for our rights. We must join this fight. As a student and part of youth I want to help, I want to protest but for now I’m writing this text as an attempt to alert anyone who’s reading . Usually, I never speak my mind on tumblr but this time I hope I can alert people about the injustiçe which brazilians suffered.
I would like to ask people around the world to solidarize with the protesters , hope for the police to stop the unfair violence and also to be aware about what’s happening here.
Thanks for the attention!
This video shows more pictures about what’s happening : http://www.youtube.com/watch?v=_SnKe6TND58
Also look at this:
http://iguesswe.tumblr.com/post/52916722763
http://iguesswe.tumblr.com/post/52945095821
http://www.melhorquebacon.com/24-momentos-protesto-sao-paulo/ (it’s in Portuguese, but i think google translator might work)
If you want to help us, there is something, even if it’s little, you can do:
http://www.avaaz.org/po/petition/Revogacao_do_aumento_da_passagem_de_onibus/?twi
(via darkjan)
Desabafo sobre jornalismo e manifestações - post original em Vida Estranha
Eu preciso fazer um desabafo como jornalista.Eu sou jornalista. Estudei durante 4 anos em uma boa universidade e eu aprendi a ser jornalista. Nunca exerci a profissão legalmente, nunca recebi um salário fixo pelo meu serviço como jornalista, mas já fiz diversos trabalhos em que o que aprendi na faculdade de jornalismo me foi útil. Além disso, o ser jornalista faz parte de quem eu sou, dos meus conceitos, minha forma de ver o mundo, de lidar com fatos e pessoas.Mas eu nunca me senti jornalista.Na semana em que eu defendia meu TCC para receber meu diploma, a obrigatoriedade do diploma para exercer a profissão caiu, e eu jamais esquecerei esse fato pelo quão significativo ele foi para mim. Eu entrei na faculdade porque eu queria, sim, fazer jornalismo, ser repórter, ser editora, lidar com fatos, levar informação, mas durante toda a minha trajetória na faculdade, eu tive uma crescente decepção pela profissão. Hoje eu associo essa decepção a dois fatores fundamentais: a arrogância do jornalista enquanto profissional e ao mau profissionalismo do jornalista.Na faculdade, eu aprendi a fazer jornalismo, o bom jornalismo, o jornalismo de qualidade e comprometido com sua ética e sua fundamentação enquanto profissão. Mas aprendi também que eu nunca seria capaz de exercer isso por diversos conflitos de poderes socioeconômicos, e isso não é uma realidade exclusivamente brasileira. Ver isso no dia a dia antes mesmo de me tornar profissional fez com que eu não quisesse ser jornalista, mesmo tendo o diploma que me engaja na profissão.Eu fiz mestrado e me formei profissionalmente como professora e pesquisadora. No dia da minha defesa de mestrado, eu me senti com a competência profissional para ser mestre em comunicação de uma forma que eu nunca senti sobre ser jornalista, e por isso eu digo que minha profissão é professora, e não jornalista, porque isso é o que é realmente importante para mim, é o que compõe minha identidade profissional.E hoje eu ensino pessoas a serem jornalistas – isso é quase um fato irônico.Uma ironia que seria muito amarga se eu não tivesse feito a opção de lecionar muito mais sobre como lidar com a informação e os recursos de mídias que temos hoje, que é o que me atrai na comunicação, do que sobre jornalismo em si. Eu dou aulas sobre como as pessoas se apropriam e manipulam informação independente de moderações ou disponibilidade de recursos oficiais e tento ensinar os novos profissionais a lidarem justamente com as vulnerabilidades que isso significa para a profissão que se julga com um controle grande demais sobre conteúdo e público.Eu fiquei fascinada e com um orgulho muito imenso da forma dos usos das tecnologias, das ferramentas midiáticas e do fluxo de informações que está sendo feita durante as manifestações aqui no Brasil.Eu sou militante nas causas relacionadas à luta por direitos de gênero e sexualidade e, quase como consequência da minha profissão, à democratização da informação. Nunca fui a uma passeata na vida, por motivos pessoais, mas acredito que o trabalho que eu faço no dia a dia de conscientização sobre esses assuntos não seja menos importante do que sair às ruas. Isso é, inclusive, algo que eu espero como consequência das manifestações que estão acontecendo agora: que essas milhões de pessoas que “acordaram” e se engajaram em um movimento lindo e assustadoramente poderoso, mas momentâneo, incorporem essas ideias, insatisfações e vontade de mudança em suas ações, em seus trabalhos, seus votos, suas formas de lidar com o que é o Brasil hoje e todas as pessoas que compõem a nossa sociedade na mesma luta diária.Esse é, na verdade, o resultado que eu almejo nesse movimento, meu motivo de orgulho por ele, e a razão, por exemplo, de eu ter ficado ontem praticamente o dia todo, durante horas seguidas, articulando informações, repassando material e utilizando minhas redes sociais pessoais para dar orientação e suporte aos manifestantes e levar ao restante da sociedade informações sobre o que estava acontecendo nas ruas.O que é, veja só, a aplicação das minhas habilidades de jornalista de selecionar, editar e redirecionar informação. Foi a minha contribuição profissional com essa luta e o que eu vou continuar fazendo diariamente com ou sem gente tomando o congresso, porque é também parte do que me faz como cidadã. Eu acredito que direitos e deveres caminham juntos e, se eu estou reivindicando meus direitos de expressar minha indignação contra o estado atual da sociedade, eu tenho o dever o dever de cumprir meu papel social segundo aquilo que eu vejo ser a solução.E meus caros amigos – colegas, professores, ninjas, anonymous, mobilizados, espectadores – eu estou com uma profunda vergonha da imprensa brasileira.Eu não vou aqui discutir motivos e soluções para a forma como a imprensa – a grande e a pequena imprensa, marrom, vermelha ou verde – agiu durante as manifestações. Eu me cansei de toda essa discussão ainda enquanto eu estava na faculdade e eu entendo todo esse mecanismo e já demonstrei minha desaprovação acima. E eu não estou falando aqui de você que estava na manifestação e fez a informação correr pelo mundo de forma autônoma utilizando recursos profissionais por ser da área, como eu fiz, não, eu estou falando de qualquer veículo que se propôs a fazer a cobertura oficial (ou oficialesca) das manifestações, da Globo a sites pequenos que pipocaram por causa do que aconteceu nos últimos dias.Há muito tempo, eu abri mão da grande imprensa, da Veja à Piauí, porque eu simplesmente não conseguia confiar mais em nenhum veículo grande de comunicação. Ter como principal fonte de informação o twitter sem fontes oficiais tem suas desvantagens, claro, mas isso aguça um exercício de crítica e reflexão que a mídia nos deixa preguiçosos quanto a ter, e eu acredito que eu posso viver com isso e sou mais feliz assim. Por isso, eu não me importei com o que o Jabor disse, e muito menos com a retratação dele, e eu acredito que não se importar com o que ele fala seja a postura mais aconselhável às pessoas em geral e isso pode ser aplicável a tantos outros comunicadores. O que eles dizem é importante porque as pessoas ouvem e dão importância ao que eles dizem. Essa é a fonte da arrogância jornalística. Eu aprendi com o tempo a ouvir as pessoas e acho que elas deveriam se ouvir mais também. Tem muita gente mais digna de ser ouvida nas ruas do que o Jabor no Jornal Nacional.E agora estou vendo as pessoas comentando que a mídia brasileira finalmente acordou, que está havendo uma revisão da agenda e um redirecionamento de posições e objetivos e formas de cobertura e oh que legal. Só que não. O que eu vejo é uma mídia que, como o governo e a polícia, não sabe o que fazer com tudo o que está acontecendo. O que há de comum nessas três instâncias é que nenhuma delas está habituada ao público como agente.A mídia não sabe o que fazer com um público que produz e articula sua própria informação, com um público que se apodera, manipula e questiona a informação oficial. Ela não sabe o que fazer com o fato de que ela precisa, uma vez mais, depois de tanto tempo, fazer algo concreto para ter crédito, para ser ouvida, uma vez que há tantas outras vozes.E dou aulas sobre isso, o que indica que eu valorizo a necessidade social de um profissional de comunicação capacitado, mas me recuso a valorizar o diploma de um profissional que, nesse contexto, ainda se vê como o portal oficial da verdade sobre os acontecimentos e aquele que revela à nação o direcionamento dos fatos. E muito menos vou parabenizar uma imprensa que mal faz o seu trabalho.Observação: o portal de imprensa oficial de que tirei mais informações durante as manifestações foi o portal do Terra, porque foi o que deu uma cobertura mais completa e menos tendenciosa sobre as manifestações, mas ainda assim não o ideal.Fonte da foto: peguei no google, de um blog sobre uma manifestação no Equador a respeito de jornalistas exilados. A foto é somente representativa, no caso desse post.
No, I’m not going to the world cup. (by Carla Dauden)
#BRAZILCHANGE (by ImCAZZIUZ)
Hino nacional - protesto paulista 17-06 (by Thiago de Andrade)
Alguns pontos sobre as manifestações de São Paulo que ainda precisam ser esclarecidos para a própria população de São Paulo:
Eu sou de São Paulo, mas atualmente estou em Porto Alegre, acompanhando todo o movimento via internet e, conversando com amigos e familiares de São Paulo, eu fiquei com a impressão de que a articulação via web e para/pela mídia internacional está muito mais articulada do que as informações passadas à grande maioria da população da cidade.
Não é uma questão de alienação, é falta de acesso à informação ou informações distorcidas que precisam ser esclarecidas. Por essas conversas, eu levantei alguns pontos que estão claros para mim pelo que eu vi na internet, mas para quem está na cidade ainda parece nebuloso:
1 - os protestos são maiores do que a questão do preço das passagens de ônibus
Sim, os preços devem ser reajustados, mas a grande questão que propulsiona as manifestações agora é a corrupção do governo, a disparidade entre impostos em geral e serviços prestados ao brasileiro e, principalmente, o direito de ocupar o espaço público e se manifestar.
A primeira manifestação que teve em São Paulo, no dia 11/06/2013, causou muitos danos a patrimônio público e quem presenciou isso ainda não tem claro de que o movimento não quer que isso se repita, que não é esse o objetivo.
Para a manifestação de hoje, a prefeitura tenta um acordo com os líderes para definir um trajeto ou pontos da cidade que não devem ser ocupados, como a Avenida Paulista. O cidadão tem essa informação e tem a informação de que o movimento recusa esse acordo. Para quem está no movimento, é claro que a limitação da ocupação do espaço público é contraditório com seu próprio objetivo, mas para uma cidade que sofreu recentemente depredação e que sofre o caos diário da falta de organização de fluxos, isso soa como má vontade dos manifestantes.
2 - os protestos não são partidários
São Paulo é uma cidade muito disputada politicamente. Quem vive lá, por mais que não seja militante de qualquer partido, sabe qual é o deputado/vereador que coordena seu bairro e qual é o partido predominante na subprefeitura da sua região. Bandeiras de inúmeros partidos estão sendo vistas nas manifestações e algumas declarações de manifestantes dizendo que o movimento está recebendo apoio e verbas de partidos políticos levam a crer que as manifestações, na verdade, fazem parte dessa disputa, sendo que não é.
Esse movimento, que é político por sua própria natureza, não é e não deve ser partidário, e isso deve ficar claro para a população para que mantenham sua confiança por mais que alguns partidos insistam em demonstrar firmemente seu apoio.
3 - esse não é o movimento de uma instituição, de um grupo ou de uma parte específica da sociedade
As pessoas ainda estão procurando por uma liderança, por alguém em quem confiar sobre o que fazer, ou esperando o problema das outras pessoas se resolverem.
São Paulo tem cerca de 12 milhões de habitantes e mesmo que nem 1% disso saia às ruas para protestar seria ideal que ao menos eles soubessem que o que está acontecendo não é problema de 1% da população. Se uma grande parte da população, maior inclusive do que os que estão saindo às ruas, está se mobilizando via web, uma parte maior ainda NÃO FAZ IDEIA de que os protestos deixaram de ser só um grupo querendo redução do preço das passagens em São Paulo. A informação de que o movimento cresceu não está circulando e, assim, outros grupos sociais não estão aderindo - e nem digo aderir às manifestações em si, mas aderir à essa grande consciência de que algo está mudando no país esses dias.
Por isso reforço um pedido que fiz mais cedo: indo ou não às passeatas, fazendo ou não parte do movimento digital, FALEM com as pessoas sobre isso, sobre tudo isso, sobre a real natureza do que está acontecendo.
Esse esclarecimento é muito importante.
São 175 cidades levantadas no Brasil em manifestações contra os abusos do governo, por seus direitos de se manifestar, por direitos sociais e individuais, contra a corrupção. Essas manifestações estão sendo apoiadas por milhares de brasileiros e estrangeiros em outras 44 cidades em 18 países.
Mas ainda há gente que simplesmente não sabe o que está acontecendo.
Com a imprensa defendendo os interesses do governo e de grandes corporações ou sendo censurada, como ocorreu ontem com a Band, o principal veiculo de articulação desse movimento tem sido a internet. Mas a realidade do Brasil é de que ainda é uma minoria da população que possui conexão para realmente acompanhar tudo o que está sendo veiculado sobre as últimas manifestações.
Ir para a rua é importante. Registrar e articular os resultados das manifestações na web é importante. Mas é muito importante também simplesmente falar sobre isso, com os vizinhos, com as pessoas no mercado, no ponto de ônibus, no trabalho, por telefone com amigos que vivem em cidades menores ou afastadas ou nas periferias.
Esse não é o movimento de uma classe ou um lugar. É o movimento de um povo, e o povo precisa saber o que está acontecendo, independente da vontade das mídias e do governo.
Como filmar uma Revolução (by Félix Míl)
UMA SENHORA DE CORAGEM :: BRASIL ACORDOU :: MARACANÃ 16/06/2013 (by Dud Geller)
“I’d care if you died.”
Teen Wolf AU: When Derek returns half-dead once again, Stiles thinks it’s about time someone...
In a world where the war has ended with all secrets kept by the supernatural, the few with magical abilities are hunted down by humans and wolves...
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crying
Before they flare and fade forever.
F E E L S
(x)
Just trying to get used to drawing them